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Esta asa, que será utilizada em todos os saltos, é fabricado com diversas características, de acordo com a finalidade. Assim, uma asa de alunos é grande e lenta, não permitindo manobras bruscas e minimizando a chance de erros, para uma navegação e aterragem mais seguras. Ao contrário, atletas mais experientes irão utilizar asas menores e mais rápidas (radicais). Estas asas, por serem muito mais velozes, exigem domínio e concentração por parte do atleta, principalmente em manobras velozes próximas ao solo.


Com os pára-quedas que a Skydive Portugal utiliza, as aterragens equivalem a pequeno salto de uma cadeira.
Estes paraquedas são orientáveis, permitem vencer grandes distancias, e só não se aterra suavemente se não se cumprir as instruções dadas nos Cursos.


Num salto de queda livre (ou de abertura manual) o pára-quedista sai do Avião de uma altura habitualmente de 4.000 metros abrindo o paraquedas a cerca de 1500 metros do solo.


O Skydive Portugal tem as melhores instalações e condições para a pratica de pára-quedismo do pais.
Temos os melhores instrutores de Portugal a trabalharem em parceria. Para tirar um curso basta marcar.


Esta é normalmente a pergunta que toda a gente faz quando se fala em pára-quedismo.
No entanto este não é um verdadeiro problema dos pára-quedistas, pois os saltos são sempre efectuados com dois paraquedas - um principal e outro de reserva.Os paraquedas são construídos de forma a nunca falharem uma abertura a não ser que sejam dobrados de forma deficiente.
Para além disso os paraquedas utilizados em instrução possuem obrigatoriamente um sistema de segurança que torna impossível a chegada ao solo sem um dos paraquedas aberto.


A competição no pára-quedismo divide-se em várias disciplinas que descrevemos:

- Voo de Formação - Equipas de 4 ou 8 pára-quedistas tentam no espaço de tempo de 35 ou 50 segundos respectivamente efectuar o maior numero de figuras durante a queda-livre. As figuras são escolhidas previamente, e a altura de saída do avião varia entre os 3.000 e 4.000 metros.- Precisão de aterragem - O pára-quedista sai do avião a cerca de 1.000 metros de altura e tenta aterrar o mais próximo possível de um alvo que mede 3 cm de diâmetros são considerados valores abaixo de 16 cm.
- Estilo em velocidade - O pára-quedista tem de efectuar em queda livre um conjunto de voltas sobre o seu eixo vertical e horizontal no menor espaço de tempo possível.
- Estilo livre - O pára-quedista durante a queda livre efectua um conjunto de figuras acrobáticas que são avaliadas em função da sua técnica e beleza.
- Skysurf -Idêntica ao Estilo livre mas efectuada com um prancha nos pés.
- Paraski - Conjunto de provas de Aterragem de Precisão e de Ski na neve.

Em Portugal actualmente apenas existem Competições de Voo de Formação e de Precisão de Aterragem.


O equipamento para salto consiste basicamente em um "harness", uma espécie de mochila que aloja obrigatoriamente duas calotes, ou asas: o principal e o reserva. Existe um punho para a abertura da calote principal, outro para desconexão (em caso de mau funcionamento) e um último para acionamento do reserva. Este harness prende-se em torno dos ombros e pernas, ficando colado ao corpo do atleta. Além deste equipamento, utiliza-se também: óculos especiais, capacete, altímetro e outros. ?Asas Retangulares.Já se foram os tempos em que se utilizavam asas redondas, os quais não permitiam controle adequado de navegação e atingiam o solo com tal força que não era raro um atleta partir uma perna na aterragem. Hoje em dia utilizam-se somente asas retangulares, que permitem controle total sobre a direção do pára-quedas, além de serem bem mais suaves. Na verdade, o atleta experiente pode até pousar com uma só perna, de tão suave a manobra destas asas.


No ano 1996 encontravam-se inscritos cerca de 1.800 pára-quedistas entre praticantes regulares e alunos.


Alunos e praticantes de primeiro salto, podem ficar sossegados. O processo de aprendizagem na verdade é bastante simples. Nos primeiros saltos do modo de instrução AA, o aluno não faz o comando do pára-quedas, pois este abre automaticamente através de dispositivos especiais para esta finalidade. No modo de instrução AFF o aluno já faz a sua progressão saindo em queda-livre com o instrutor. Além dos equipamentos de segurança obrigatórios nos equipamentos para alunos, estes também são instruídos por rádio durante sua navegação.


Sair de um avião a muitas centenas de metros de altura não é uma coisa que se faça sem alguma dose de medo, mesmo para quem já o tenha feito milhares de vezes.No entanto para quem faz o primeiro salto o medo é perfeitamente dominável e raras vezes um Aluno se recusa a sair do avião. No Pára-quedismo Desportivo nunca se empurra um Aluno quando este não consegue dominar o medo.
Aliás o pára-quedismo é um Desporto emocionante porque o factor medo está sempre presente.


Tenha em mente que uma asa principal só irá apresentar problemas caso seja mal dobrado ou aberto em condições inadequadas, e muito raramente irá "não abrir". Aquela velha pergunta: "e se o pára-quedas não abrir ?" pode ser desconsiderada hoje em dia. De qualquer maneira, existe sempre um equipamento reserva, de estrutura mais simples do que o principal, e cuidadosamente dobrado e inspecionado por um profissional especializado, o "rigger". Portanto ao acionar um reserva, tenha certeza que ele NUNCA irá falhar.


O pára-quedismo apesar do mito de ser uma actividade muito perigosa só se torna perigosa quando o Praticante ignora as regras de segurança.
No pára-quedismo muito raramente existem acidentes provocados por terceiros ou por falha de material.

Voltando á 1ª pergunta podemos dizer que se o paraquedas principal não abrir ou abrir mal foi porque o Praticante não o dobrou ou abriu correctamente.
Mesmo nesta situação existe sempre o paraquedas de reserva em perfeitas condições para ser utilizado.


Aventura... Liberdade... Emoção.. enfim, você está em contacto com uma realidade de emoções fortes que vão muito além de qualquer explicação. Então, cabe a você avaliar a partir de agora a extensão destas observações. Muitas coisas são ditas a respeito do para-quedismo, futuramente você descobrirá neste desporto muita segurança e muita beleza incrível. O pára-quedismo não é so um desporto é uma forma de vida. Depois de saltar ninguem vê a vida da mesma maneira. É uma familia.


Apesar de utilizarem algum equipamento semelhante os objectivos das duas modalidades são muito distintos. O principal objectivo no Parapente é voar com uma asa aberta o mais tempo e/ou longe possível não existindo queda livre.No pára-quedismo a Queda Livre é a principal actividade servindo os paraquedas para aterrar o mais seguro e rápido possível.


Sim. Qualquer pessoa que não sofra de uma deficiência e tenha mais de 16 anos pode fazer um curso de pára-quedismo.Não se recomenda no entanto a prática de pára-quedismo a pessoas que tenham problemas graves na coluna ou nos ouvidos. Não é necessário nenhuma preparação física extraordinária, pelo que, qualquer pessoa em condições normais pode saltar e experimentar uma das mais incríveis sensações que se pode ter na vida. Voar!


É muito comum hoje em dia se encontrar dispositivos de abertura automática em pára-quedas de grande parte dos atletas. Estes dispositivos são acionados automaticamente caso a pessoa passe de determinada altura a uma alta velocidade, ocasionando a abertura automática do reserva. Obrigatórios em equipamentos de alunos e tandens, estes dispositivos garantem total segurança ao praticante, que numa ocasião extrema poderia até mesmo estar desmaiado que sobreviveria.


É obrigatório que todos os pára-quedistas ou alunos possuam um Seguro Desportivo de acidentes pessoais e um Seguro de Responsabilidade Civil que normalmente são feitos na Federação Portuguesa de Pára-quedismo.


Claro! Só temos vertigens quando estamos num ponto fixo.



Nem Tanto. Na verdade, segundo pesquisas francesas com base em estatísticas mundiais, os desportos que mais matam são: 1. Asa Delta 2. Alpinismo 3. BTT 4. Mergulho 5. Automobilismo. O pára-quedismo vem mais adiante, não estando entre os "top 5". Dados sobre uma destas pesquisas já foram divulgados pela revista Placar. É claro: o pára-quedismo é um desporto de risco sem dúvida, porém este risco é minimizado por uma série de equipamentos e atitudes que contribuiram para torná-lo um desporto muitas vezes mais seguro do que há 10 anos atrás. O pára-quedismo moderno é extremamente seguro.
 

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